O Áquila Clube de Tiro de Votuporanga, de acordo com o artigo VII de seu Estatuto, convoca os associados quites com suas obrigações estatutárias, para sua Assembléia Geral Ordinária , que será realizada no dia 04 de Novembro de 2008, ás 19 hs, em primeira convocação, e não havendo número suficiente de associados presentes, dar-se há segunda chamada as 20 hs com qualquer numero de associados. A assembléia realizar-se-á na Rua Rio Grande nº 2741 – Jd. Santo Antônio (SB Informática), onde estarão em pauta os seguintes assuntos:
Apresentação das contas do clube;
Eleição da Diretoria para o biênio 2009/2010;
Outros assuntos.
Votuporanga, 19 de Outubro de 2008
Bruno Ricardo M. Vila
Presidente
Vamos votar a favor da caça amadorística que faz parte do nosso esporte , os ambientalistas já estão votando contra .
O Ibama está realizando uma enquete sobre caça amadorística. Creio que não devemos perder a oportunidade de votar. Clique no link abaixo e vote.
http://www.ibama.gov.br/2008/10/enquete-voce-e-contra-ou-a-favor-a-caca-amadora/
Divulgue também entre seus amigos de confiaça, mas evite fazer isso em comunidades do Orkut, pois infiltrada pelos contra.
Abraços,
Equipe Superinformativo
A Campanha Nacional de Registro de Armas de Fogo de 2008, cujo tema é Não deixe a Ilegalidade Fazer mais Vítimas , foi lançada no dia 21 de julho pelo Ministério da Justiça (MJ). A intenção era convocar os donos de armas a fazer o registro até 31 de dezembro deste ano, que é gratuito.
“Esse prazo se arrasta desde 2006, quando foi programado o primeiro recadastramento. Em seguida, foi ampliado para 2007, e falhou novamente”, disse Bene Barbosa, presidente do Movimento Viva Brasil, associação civil que apóia e desenvolve ações em defesa dos direitos e garantias fundamentais dos brasileiros.
Para Barbosa, o prazo “provavelmente não será suficiente porque, infelizmente, o MJ não está fazendo a campanha corretamente. A lei prevê que o cidadão possa fazer o recadastramento pela internet e isso não foi disponibilizado”.
“Os deputados e senadores fizeram sua parte ao modificar as regras do recadastramento para que ele fosse viável, a sociedade civil fez sua parte ao buscar esse recadastramento, a polícia federal também fez sua parte, porém o Ministério da Justiça aniquilou todo esse trabalho ao não fazer a regulamentação da lei.”
Abraço,
Equipe Superinformativo
Prof. Bene Barbosa - Movimento Viva Brasil
"Mais uma vez tentaram fazer parecer que a população quer o que na realidade ela não quer.
Algumas coisas parecem realmente difíceis de entender e aceitar. Enfiaram goela abaixo do povo brasileiro a Lei 10.826 em dezembro de 2003. Tal lei ficou conhecida como Estatuto do Desarmamento, embasada na falsa premissa que era isso que a população queria. Em 2005 foi realizado o referendo para a proibição da venda de armas. Acima de 60 milhões de eleitores votaram contra a essa proibição, ou seja, votaram a favor da manutenção do direito de posse de arma de fogo.
Quase três anos depois do referendo, o desrespeito à vontade popular ainda está presente em diversos projetos de lei que tentam proibir o que o povo brasileiro não quis que fosse proibido e, o que é pior, na manutenção de uma lei que na prática impede que o cidadão honesto se defenda.
A eterna novela do recadastramento já se arrasta desde 2006 e pelo que parece não acabará em 31 de dezembro deste ano como era previsto, uma vez que o Ministério da Justiça está fazendo o possível para que ninguém consiga recadastrar sua arma, negando assim ao cidadão um DIREITO conquistado nas urnas.
Neste fim de semana algo chamou ainda mais a nossa atenção. Uma caminhada pelo desarmamento que aconteceu em Fortaleza promovida por mais uma dessas ONGs que acredita que camisetas brancas impedem ou mudam os criminosos.
De acordo com os organizadores, na versão anterior da caminhada compareceram 40 mil pessoas e nesta compareceriam mais de 60 mil. O principal objetivo era o recolhimento de assinaturas em favor do chamado Estatuto do Desarmamento.
Ocorrida a caminhada, dois grandes jornais do nordeste publicaram a notícia. Num deles algo me chamou a atenção: não falavam em números. No segundo, a confirmação: apenas duas mil e quinhentas pessoas compareceram, contando com inúmeros candidatos que aproveitaram a chance para espalhar suas propagandas eleitorais.
O Estatuto do Desarmamento fracassou em controlar os homicídios e estatísticas não “trabalhadas” provam isso. A tentativa de enganar a população para que votasse “sim” fracassou magistralmente. E agora, o fracasso nas ruas.
O que a população quer é o fim da impunidade e a viabilidade do direito de se defender, mas parece que ninguém quer entender."
Equipe Superinformativo